terça-feira, 7 de setembro de 2010

Soneto ao despertar

À luz do sol bem cedo me levanto
Em meu olhar uma grande beleza
E no pássaro a entoar seu canto
Contemplo assim a bela natureza

Perco-me em rios claros quanto o pranto
Em nuvens brancas com fiel leveza
Da grama verde fiz meu próprio manto
Por entre pedras fui com tal destreza

Ando entre flores e a eternidade
Vai desvendando em mais pura verdade
Uma voz suave que encanta me chama

Mostra a luz do sol que cedo desperta
À claridade o meu olhar se aperta
Percebo - oh céus - que estou em minha cama

16-03-2004

Nenhum comentário: